Numa época de escassez de emprego e de crise financeira, é necessário encetar esforços para a utilização do potencial dos seus recursos naturais, através nomeadamente da implementação de práticas sustentáveis que permitam contrariar esta realidade. A utilização do potencial deste património florestal merece aqui atenção especial, entendendo-se o sector florestal como uma das maiores possibilidades para o alcance destes objetivos.
Assim, no sentido de promover a utilização, a salvaguarda e a rentabilização dos espaços florestais está em vista o arranque de atividades de resinagem à vida nos pinhais, no respeito da legislação em vigor. O método a aplicar é o método americano de resinagem, com aplicação de pasta química e colocação de sacos plásticos com agrafos, não detiorando portanto a qualidade da madeira das árvores resinadas.
Esta atividade, para além da criação de receitas para as entidades envolvidas, permite a criação importantíssima de emprego para habitantes locais, gerando receitas e contribuindo simultaneamente para uma maior proteção dessas áreas florestais, através de uma maior presença humana e portanto de vigilância no seu interior, para além da maior perceção de pertença e valorização que cria em todos os habitantes. Outro fator da maior importância que levou a iniciar esta atividade foi a produção de uma renda anual que pode ser prolongada até ao corte final dos pinhais, atenuando desta forma a prolongada espera pelos rendimentos provenientes da madeira.
Fonte: AGUIARFLORESTA
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